entrar no jogo do tigrinho Justiça torna réus seis acusados de matar delator do PCC

 167    |      2025-04-02 21:59

A Justiça aceitou a denúncia e tornou réus nesta segunda-feira (17) seis homens suspeitos de envolvimento no assassinato de Antônio Vinicius Lopes Gritzbachentrar no jogo do tigrinho, o delator do PCC assassinado a tiros de fuzil na saída do aeroporto de Guarulhos (Grande São Paulo) em novembro de 2024.

Três policiais militares que estão presos estão entre os acusados. Os demais investigados investigados, sendo dois mandantes e um comparsa que atuou como olheiro no local do crime, estão foragidos.

O juiz Rodrigo Tellini Camargo, da Vara do Júri de Guarulhos, também concordou com o pedido do Ministério Público para converter os mandados de prisões temporárias em preventivas (sem prazo para terminar), destacando a gravidade do crime e pelo risco que os acusados trazem à ordem pública.

A decisão ocorreu horas após a denúncia ter sido entregue pelo Ministério Público e três dias após a Polícia Civil ter concluído o inquérito sobre os núcleos de mando e de execução de Gritzbach.

A imagem mostra um homem com cabelo escuro e curto, usando uma camiseta branca. Ele está em frente a um fundo com logotipos da Polícia Civil da Bahia, que incluem um escudo amarelo e preto. O homem tem uma expressão neutra e está olhando diretamente para a câmera. Antônio Vinícius Lopes Gritzbach morto no aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos - Divulgação/Polícia Civil

A denúncia oferecida é a primeira sobre o caso, mas não a última, pois as investigações devem prosseguir baseadas nas 960 páginas da delação de Gritzbach feita ao Ministério Público.

Denis Martins e Juan Silva Rodrigues, ambos policiais, foram denunciados sob a acusação de serem os executores. Já Fernando Genauro, também policial militar, Kauê do Amaral Coelho, Diego do Amaral Coelho e Emílio Carlos Gongorra Castilho, o Cigarreira, foram denunciados sob a acusação de participação no crime.

As defesas dos PMs negam que eles tenham participado do crime. A reportagem não conseguiu contato com as defesas de Kauê, Diego e Emílio.

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O grupo também foi denunciado pela morte do motorista de aplicativo Celso Araújo de Sampaio Novais, atingido durante o tiroteio, e pela tentativa de homicídio de outras duas pessoas feridas na ocasião.

Também foi pedido, a título de indenização, que cada denunciado pague R$ 1 milhão em danos morais coletivos, R$ 20 mil para os sobreviventes e de R$ 100 mil às famílias dos mortos.

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Essa denúncia, segundo o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, trata apenas do caso ocorrido em Guarulhos, mas as apurações, baseadas também na delação de Gritzbach, continuam, por causa da estrutura mobilizada pelos criminosos.

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"O crescimento do crime organizado tem gerado algumas ações típicas de máfia", afirmou Oliveira e Costa no início da entrevista. "Foi escolhido local da operação e maneira da operação para dar recado ao Estado", disse, em outro momento.

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"Considerando quatro qualificadoras, duas vítimas fatais e duas sobreviventes, a pena poderia chegar a cem anos de reclusão", disse a promotora Vania Stefanoni. Ela também afirmou que o Ministério Público poderá recorrer de uma eventual decisão do Tribunal do Júri que seja considerada não proporcional ao dano do crime provocado, além de Gritzbach, a Celso Novais e a toda a sociedade.

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As quatro qualificadoras, segundo os promotores, são: motivo torpe, perigo comum a outros, recurso que dificultou defesa da vítima e uso de armamento restrito.

Segundo o promotor Rodrigo Merli, a denúncia foi a primeira a ser oferecida, "de, quem sabe, uma série de outras", inclusive por prazos legais, como o vencimento da prisão temporária de Fernando Genauro nesta terça-feira (18).

Para Merli, o nível de envolvimento de policiais militares nesse tipo de crime é inédito. "Não me lembro, nos últimos tempos, de ter atuado ou ouvido falar de colegas, de algo desta magnitude"entrar no jogo do tigrinho, afirmou em entrevista coletiva na sede do Ministério Público na manhã desta segunda.